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Inbound Marketing NÃO É isso que você faz…

Saio de longa hibernação para reviver este blog e desabafar… não aguento mais a moda do inbound marketing!

É possível prender um parafuso com um martelo? Sim. Mas que daria um belo meme “Você está fazendo isso errado” daria, não acha? É isso o que acontece com muitas campanhas de marketing digital. Utilizam-se de martelos excelentes para prender parafusos formidáveis, mas o resultado nem sempre é o esperado e – muitas vezes – beira o ridículo.

E isso não acontece apenas com startups ou pequenas empresas que não têm especialistas em marketing digital. A gota d’água para eu escrever esse post foi ver uma dessas bizarrices sendo praticada por uma associação de profissionais de marketing digital! Eles, mais do que ninguém, deveriam saber que as ferramentas são um “meio” e não um “objetivo” em uma campanha.

O que eu sei de marketing digital

Comecei a estudar marketing digital em 2007 (putz… 10 anos!). Nessa época comecei a BRG Danças como uma empresa de produção cultural que desenvolvia e executava cursos e outros projetos culturais. Por necessidade de divulgar os projetos com pouco dinheiro, comecei a estudar formas eficientes de aquisição de clientes e o caminho natural foi o marketing digital.

A falta de planejamento financeiro e a crise de 2008 mataram a BRG Danças aos poucos. Mas o conhecimento que eu adquiri estudando marketing digital e a minha paixão por TI foram os embriões da BRGWeb.

Continuei os estudos e percebi que o que era feito “lá fora” era anos-luz mais avançado do que estávamos fazendo aqui no Brasil. Comecei com o “7 day bootcamp” do David Wood – um cara meio hippie que ensinava gratuitamente como criar redes de MMN online – e não parei mais de estudar. Foi nesta época que conheci Jeff Walker, Ryan Deiss, Kate Buck Jr, Lisa Sasevich, Laura Betterly, Andy Jenkins, Mike Filsaime e tantos outros que hoje em dia são mal copiados pelos “gurus” nacionais.

Por que “mal copiados”? Porque 90% do que aprendi com eles aprendi ANTES de fazer qualquer compra! ANTES de dar meu email pra qualquer lista! ANTES de preencher qualquer landing page de quinta categoria feita em uma ferramenta automatizada. E nessa época não existia pixel de remarketing. Por isso que quando recebo um email de qualquer um deles faço questão de abrir e ler o que eles têm para mim dessa vez porque eles SEMPRE me dão conteúdo de valor. SEMPRE! O relacionamento que eles criaram comigo foi tão próximo e natural que me sinto na obrigação de divulgar seus trabalhos. Isso é chamado de share of engagement em gestão de reputação e é o nivel mais alto de proximidade entre os stakeholders e a instituição.

O que aprendi com eles é que marketing digital não é quantos leads você tem, nem qual é a sua taxa de conversão ou CAC. NÃO! Esse tipo de métrica a mídia de massa também produz. A diferença é que MARKETING DIGITAL É RELACIONAMENTO! É 1 a 1! Você não precisa conhecer a sua audiência pelo nome, mas você precisa se dedicar 100% a cada um como se ele fosse único. Ele deve se sentir único e entender que você está interessado nele mais do que em “converter”. E você TEM QUE ESTAR mais interessado em criar um relacionamento do que em vender.

Ué, mas não é isso que o inbound marketing faz?

SIM! Mas não é isso que você está fazendo com as maravilhosas ferramentas que tem à disposição. Por isso falei do parafuso e do martelo no início. Você tem um belo parafuso e um excelente martelo, mas não sabe como usar nem um nem o outro.

Apesar do inbound marketing ser utilizado por diversos profissionais de marketing e vendas desde o início dos anos 2000, este termo só foi popularizado em 2009 no livro Inbound Marketing (LEIAM!!!) dos fundadores do HubSpot. A premissa básica do inbound marketing é não ser intrusivo. É atrair a atenção das pessoas e criar um relacionamento para que elas te procurem e te encontrem para atender as suas necessidades.

Quando conheci o HubSpot fiz diversos cursos e li vários conteúdos online sem que eles me pedissem nada em troca. Não precisei dar meu email ou telefone, nada! Quando vi que o produto deles agregaria valor para mim, mandei um email e aí sim eles começaram a me enviar conteúdos RELEVANTES periodicamente. Quando finalmente conversei com o vendedor pelo Skype ele me disse que NÃO ERA PARA EU COMPRAR!!! Que a ferramenta deles teria um custo muito alto para o que eu queria e que eu deveria conhecer as alternativas mais baratas e gratuitas DOS CONCORRENTES! Isso é marketing de relacionamento. Isso é ter foco no cliente e não no produto. Isso é marketing digital.

O que você faz NÃO É inbound marketing!

Funil de vendas é um conceito do século XIX. AIDA (Atenção, Interesse, Desejo e Ação) é aplicado no marketing desde então e não é inbound marketing.

Contratar uma pessoa para fazer um ebook superficial, comprar publicidade para seu ebook e “vendê-lo” em uma landing page em troca de um email ou telefone (um lead!) não é inbound marketing.

Criar um grupo no Facebook / WhatsApp / Telegram para divulgar conteúdos de qualidade apenas para aqueles que estão no grupo, não é inbound marketing.

Bloquear suas publicações no blog apenas para aqueles que assinarem sua lista, não é inbound marketing.

Adicionar diversas pessoas no Linkedin, criar uma lista de emails e divulgar suas publicações no blog, não é inbound marketing, é SPAM!

E qual é o problema de não fazer inbound marketing?

NENHUM! Você vai ter resultados com essas e outras práticas? Pode ser que sim, pode ser que não. Mas o que você está fazendo não é inbound marketing e só pode ser chamado de marketing digital por causa do canal. Não é NADA diferente do anunciante de televisão que paga um valor para que a emissora gere conteúdo e obriga a audiência a receber sua mensagem ao consumir este conteúdo. Na verdade o que você faz é até mais intrusivo do que o anúncio de televisão, porque você tem informações detalhadas da audiência. E inbound marketing é sobre atração, sem ser intrusivo, então nada disso é inbound marketing.

Quer aprender como se faz inbound marketing? Estude! O HubSpot tem um curso gratuito e em português sobre Inbound Marketing. Procure aprender sobre marketing de relacionamento, nível de relacionamento do cliente e CRM (metodologia e não ferramentas), conceitos tão antigos que remetem à era antes da internet. Leia “Como fazer amigos e influenciar pessoas” e pense em como aplicar aqueles conceitos com a sua audiência.

Se não tiver paciência para estudar, contrate uma agência ou consultoria que realmente saiba o que é Inbound Marketing e Marketing de Relacionamento e não o carinha da esquina que comprou 2 ou 3 ferramentas, fez o curso do “guru” e já acha que sabe tudo…

Venda é relacionamento, já dizia o vendedor de enciclopédia nos anos 50… nada mudou.

Ricardo Gonçalves
Carpinteiro de fim de semana

Como criar aplicativos para celular – Curso do Google

curso-androidMuitas pessoas querem aprender como criar aplicativos para celular mas não sabem por onde começar. O Google quer mudar essa história.

Foi lançado em parceria com a Udacity um curso de básico de programação Java voltado para a criação de apps Android. O “Android Basics” é um minicurso dividido em projetos de aplicativos, desde um aplicativo simples de uma tela até um complexo guia turístico com geolocalização e mapas personalizados.

Para trabalhar como programador Java desenvolvendo aplicativos para Android você ainda vai precisar aprender muita coisa. Mas se os eu objetivo é aprender o básico para fazer aplicativos para uso próprio ou distribuição não comercial ou ainda começar a criar apps para ver se é isso que quer fazer da vida, antes de investir em uma faculdade ou em outros cursos mais especializados, este curso pode ser bastante interessante.

Inglês é essencial para programar

O conteúdo é em inglês e o curso custa 200 dólares, mas como nos outros cursos da Udacity, você pode testar por uma semana sem gastar nada. Nem todas as lições ficarão disponíveis, mas já dá pra ter noção se vale a pena o investimento.

De qualquer forma se você for autodidata, curioso e – o mais importante – souber inglês (ou souber usar um dicionário ou o Google Translator), a maior parte do conteúdo dos cursos está disponível no próprio site oficial de desenvolvedores Android, na seção de treinamento. E os projetos que não estão ali poderão ser encontrado no Github com uma “googlada”, em inglês (claro!).

Ninguém quer ler seus anúncios… ninguém!!!

0F74A9C1-D14F-1D5B-1E35550FB51C7A1D_1Há alguns anos li sobre um fenômeno em publicidade chamado “Client’s Disease”. Traduzindo literalmente seria algo como “doença do cliente” mas eu prefiro “Síndrome do Cliente”. Funciona assim: toda empresa é apaixonada pelo seu próprio produto. Isso não seria um problema, mas a síndrome do cliente se manifesta quando a empresa acredita que, por ela amar o produto, todo mundo também vai. Não vai.

O mercado não sabe o que você está vendendo e, na verdade, não está nem aí. Seus clientes potenciais estão muito ocupados cuidando de suas próprias vidas que não têm nem um segundo para prestar atenção no seu produto/empresa/serviço, não importa quão bom você ache que é ou quanto você ama o seu negócio. E aí, como você sai dessa?

1º Reduza sua mensagem para a forma mais simples, clara e fácil de entender.

2º Faça com que sua mensagem seja engraçada, sexy, interessante ou informativa (ou tudo isso ao mesmo tempo)

3º Utilize o 1º e 2º item a todas as formas de comunicação escrita da sua empresa

Quando vocẽ entende que ninguém quer ler seus anúncios, sua mente se torna poderosamente concentrada. Você começa a entender que ler/excrever é, acima de tudo, uma transação. O leitor vende seu tempo e atenção, que são valiosíssimos, e o escritor deve pagar com algo que valha a pena aqueles segundos/minutos de atenção.

Você também não queria ler esse artigo, mas chegou ao final. Valeu a pena?

Até a próxima!

Ricardolg
“O escritor”

P.S. Esse texto é uma tradução livre e adaptada do original http://www.stevenpressfield.com/2009/10/writing-wednesdays-2-the-most-important-writing-lession-i-ever-learned/

5 Histórias de terror sobre SEO

ESexta-feira 13! Ótimo dia para contar histórias de terror (atenção para o efeito sonoro) [voz malévola] HUA-HUA-HUA-HUA-HUA [fim da voz malévola]. Apesar dos efeitos sonoros e da decoração macabra (gostaram do gatinho preto?) essas histórias não serão sobre fantasmas em baixo da cama ou o bicho papão.  O terror a que me refiro é muito mais realista. São histórias de terror sobre coisas que podem acontecer com o seu site enquanto você faz otimização de motor de busca.

Revisado em 22/05/2016. Comentários em vermelho

Algumas dessas histórias são realmente assustadoras e você nunca vai querer que aconteçam com você. E não é muito difícil vê-las por aí, rondando os fóruns especializados e as redes sociais. Então, assim como aprendemos com Sexta-Feira 13 que as mocinhas nunca devem correr semi nuas por uma floresta escura e sombria e muito menos se esconder na cabana abandonada, aprendamos com os erros dessas pobres vítimas do terror SEO para que você não tenha o mesmo destino macabro.

Marcação “No index” engolindo todas as suas páginas – às vezes quando um desenvolvedor quer remover algumas páginas do índice de páginas rastreáveis do site, isto é, das páginas que os robôs dos mecanismos de busca vão visitar, termina detonando todo o site. O que era pra ser apenas o bloqueio de algumas páginas dos motores de busca vira um bloqueio total do site, que desaparece completamente das vistas dos rastreadores. Por isso é muito importante ter cuidado a usar essa tag e ter cuidado para que ela não “espirre” para outras páginas. Atenção especial quando estiver usando CMS como WordPress, para não colocar essa tag no cabeçalho de todas as páginas, senão… game over!

Usar a marcação rel=canonical para apontar sempre para sua pagina inicial– Essa é uma outra história de uma pequena tag aparentemente inofensiva causando um estrago enorme (Praticamente um Gremlin). Dr. Pete, uma espécie de Guru em SEO, resolveu testar o redirecionamento com esta tag ao invés de utilizar o já famoso redirecionamento 301. O resultado foi um desastre. Além de ter o seu site praticamente todo “desindexado”, seu tráfego diminiu bruscamente e ele levou semanas para colocar tudo no lugar novamente. No final das contas, fica a mesma dica de antes: muito cuidado com o uso dessa tag.

Escolha seu CMS com cuidado – Apesar da maioria dos CMSs dizerem que são fáceis de usar alguns podem usar essa frase para esconder todo o trabalho que você vai ter depois de instalá-lo. Em alguns casos a quantidade de conteúdo duplicado gerado automaticamente é tão grande que é impossível ser relevante para qualquer termo de busca. E com CMSs mais antigos você provavelmente terá que instalar plugins e trabalhar bastante o código-fonte para conseguir fazer um redirecionamento 301. A dica aqui é escolher com cuidado e mantê-lo sempre atualizado. Senão você pode terminar com um site Frankstein, cheio de remendos e feio que dói aos olhos dos robôs.

Você confia no seu tema do WordPress? – Tão importante quanto escolher com cuidado seu CMS, é escolher com cuidado o tema que você irá utilizar no WordPress. A maior vantagem do WordPress, que é sua flexibilidade, também pode ser um ponto fraco em mãos erradas. Uma vez me contaram de um blog que estava muito bem indexado no seu nicho mas, depois de passar por um redesenho, não podia ser encontrado nem em uma busca pelo seu nome. Isso aconteceu porque o designer do novo tema esqueceu de incluir o cabeçalho no index, o que fez com que nenhuma tag de título ou meta tag fosse gerada. Então, muito cuidado que nem sempre o bonito aos nossos olhos agradará os mecanismos de busca.

Terrorismo dos links – Essa última história lembra os filmes de terrorismo digital que vemos por aí (tá… eu sou o único nerd que assisto esse tipo de filme…). Sabemos que os links são uma das partes mais importantes em uma estratégia de SEO. Buscar os melhores links é uma tarefa árdua e diária, que poderá colocar seu site no topo. Mas um competidor malicioso pode pegar um monte de links ruins e apontá-los para o seu site. Assim a nota geral dos links cai, diminuindo a sua colocação. Já vi isso acontecer e não é uma cena bonita. Em alguns casos é necessário até mudar o domínio do cliente para que ele possa aparecer novamente nos mecanismos de busca. Mas ninguém consegue causar um estrago tão grande da noite pro dia. Por isso é importante checar permanentemente os links que apontam para o seu site e se livrar (ou pelo menos tentar) dos que plantados por concorrentes maliciosos. Hoje o Google tem uma ferramenta para solicitar a remoção de backlinks.

Espero não ter assustado ninguém com essas histórias de terror. Como eu disse, a ideia é mostrar os erros de outros para aprendermos com eles e não repetirmos os mesmos erros.

Se você conhece mais alguma história de terror SEO, compartilhe com todos nos comentários abaixo!

Té mais!

RicardoLG – “Contos da Encripta” (Desculpa pelo trocadilho horrível…)

Os mitos e lendas da otimização de mecanismo de busca (SEO)

Age of Mythology

Ótimo jogo pra quem gosta de mitos

A Otimização de Motor de Busca (SEO) pode ser vista como um grande tabu no marketing pela internet. Enquanto todos nós já ouvimos falar ou sabemos algo sobre isso em algum nível, os mecanismos de busca, como o todo poderoso Google, não falam abertamente deste assunto. Um algorítimo de motor de busca é o segredo mais bem guardado da internet e meros mortais como nós não podem nunca conhecê-lo, sob o risco de destruirmos o mundo dos mecanismos de busca como o conhecemos…

Revisado em 22/05/2016. Comentários em vermeho.

Está parecendo o inicio de uma história de mitos e superstições antigas? Bom, as aparências não param por aí. De certa forma o segredo que os mecanismos de busca fazem dos seus algorítimos e dos critérios utilizados para classificar os sites não é somente uma coisa boa, como é a pedra fundamental para o funcionamento desses mecanismos. Mas como todos somos humanos é da nossa natureza especular e imaginar sobre o desconhecido, como faziam os antigos gregos ao criar seus mitos. Por isso inventamos receitas infalíveis para melhorar a posição de um site no Google que são tão efetivas quanto aquela simpatia de colocar linha na testa da  criança para parar com o soluço.

Nesse emaranhado de informações é difícil separar o que é verdade das meias-verdades e mentiras completas. Com o passar do tempo vi inúmeras pessoas gastarem tempo e dinheiro em “otimizações” que nunca dariam nem darão resultados nos motores de busca. Vou ajudar a esclarecer alguns mitos sobre otimização de motor de busca que só servem para confundir e dificultar a vida de nós, meros mortais.

1º MITO – OTIMIZAÇÃO DE META-KEYWORDS
Esse é o avô de todos os mitos, mas que tem um fundo de verdade. Meta tags eram o principal fator de otimização para motores de busca no século passado, na era A.G. (Antes do Google), mas desde então os mecanismos de busca ficaram muito mais espertos. Tá certo que colocar as meta-keywords em todas as páginas não vão lhe causar nenhum mal mas não fazem a mínima diferença em uma briga de cachorro grande pelo top 10 do Google. É melhor não perder tempo com isso hoje em dia ou utilizar um script automatizado, como os do Worpress e Joomla.

Lembrei de um caso onde um cliente tinha uma loja virtual feita para ele. O script de meta-keywords dele colocava todos os títulos dos produtos como meta-keywords da página inicial. Além de não ajudar em nada o SEO, esse script estava atrasando a abertura do site em quase 4 segundos, simplesmente porque a loja tinha mais de 20 mil produtos! Então repensando agora, meta-keywords mal feitas podem te causar mal sim…

2º MITO – PIPE “|” AO INVÉS DE HÍFEN “-” NO TÍTULO
Por mais idiota que possa parecer isso, já vi muitas pessoas discutindo páginas e páginas em fóruns sobre qual caractere utilizar no título para separar as palavras-chave. Alguns dizem que a melhor forma é o hífen, outros que é o pipe (aquele caractere vertical que fica, normalmente, em cima da barra invertida “”), outros ainda que o melhor é a vírgula ou o ponto e vírgula.

Pessoal, qual é?! Vocês acham realmente que os programadores do Google ou de qualquer outro motor de busca estão preocupados com que caractere o site utiliza para separar suas palavras-chave? Eles tão pouco se… preocupando com isso! Desde que a palavra-chave que tenha relação direta com o conteúdo da página esteja dentro dos 60 primeiros caracteres do título, os robôs leem e tá tudo certo!

3º MITO – TROCA DE LINKS COM DIRETÓRIOS
Você provavelmente já encontrou diretórios de links que pediam, ou melhor, exigiam que você colocasse um link deles no seu site antes que eles listassem o seu. Se você caiu nessa, você foi enganado! Abra outra janela ou aba do seu navegador, entre no seu site e tire isso de lá AGORA!

Reciprocidade de links dão um valor muito questionável ao seu site nos mecanismos de busca. Para eles parece que o seu site não consegue links se não der links em troca. Adicione isso ao fato do diretório ter milhares de links recíprocos que você vai ver que trocou um bom link do seu site por um link horrível do diretório.

Isso ainda é mais grave hoje em dia depois das evoluções do Panda e do Pinguim. E vejo muitas grandes empresas de marketing digital sugerindo troca de links. Cuidado ao seguir essa estratégia…

4º MITO – EU USO O ADSENSE E O ADWORDS. POR ISSO SOU INDEXADO MAIS RÁPIDO
Eu já vi muita gente falar isso em fóruns e até em blogs. Alguns bobões ficam dizendo que se você tiver anúncios no AdWords ou mostrar anúncios do AdSense, você será indexado mais rápido que os outros sites.

Isso é pura mentira. De acordo com o próprio Google:
“Mostrar anúncios do Google não ajuda a classificação do site no Google e comprar anúncios do Google não aumenta o seu ranking nos resultados de busca.”

Não sei quanto a você mas eu prefiro acreditar no Papai Google que em algum anônimo que dermorou mais tempo criando seu nick e avatar do que estudando os mecanismos de busca.

5º MITO – ACELERAR O RASTREAMENTO DO SITE ALTERANDO A TAXA DE RASTREAMENTO NO WEBMASTERS.GOOGLE.COM
Isso só funciona se o seu site tem um alto nível de autoridade, uma grande biblioteca de conteúdo e atualizações constantes e relevantes para o Google lhe dar esse “poder”. Ter um site com pouco ou quase nenhum conteúdo, atualizações mensais ou semestrais e pouca relevância não vai te ajudar a ser rastreado mais rápido, nem pedindo. Nem implorando. Eu sei. Já tentei (mais de uma vez…rs).

Karate Kid

6º MITO PR ALTO = ALTA CLASSIFICAÇÃO
Apesar do PageRank ser um indicativo da qualidade e autoridade de um site não significa necessariamente que um site com PR mais alto vai sempre estar em uma posição melhor que um site com PR mais baixo. Lembre-se, o PR é só um dos muitos fatores de classificação de sites. Ainda temos a qualidade do conteúdo, a relevância dos links de entrada, fatores de página, uso de palavras-chave e busca personalizada. Pense no PR de um site como nos músculos de um lutador. Não adianta ser o mais forte se não tiver a técnica, a velocidade e a sabedoria para utilizá-los. Da mesma forma não adianta ter um site com PR alto e todos os outros atributos baixos.

7º MITO – DEPOIS DE 6 MESES NÃO PRECISAREI MAIS OTIMIZAR MEU SITE PORQUE ELE JÁ VAI ESTAR BEM COLOCADO
Apesar de concordar que 6 meses é tempo mais do que suficiente para ver algum progresso em sua campanha de otimização de motor de busca, tenho que alertar que diferentes sites possuem necessidades diferentes e quantidade de trabalho diferente para uma boa qualificação. Por exemplo, um site sobre imóveis vai levar muito mais do que seis meses para chegar ao topo dos rankings, enquanto um site de origami levará bem menos tempo.

Além disso, os algorítimos dos mecanismos de busca mudam constantemente a fim de oferecer melhores resultado e experiência para os usuários. Isso resulta na necessidade de acompanhamento constante dessa paisagem em movimento, para verificar qual é a necessidade do seu site e como você pode intervir para adaptá-lo e melhorá-lo.

Com este 7º mito eu termino minha empreitada como Caçador de Mitos em Otimização de Motor de Busca (bem que o Discovery Channel podia me contratar… saudades dos Mythbusters…). Existem muitos outros mitos rolando pela internet, mas esses são os principais dos quais me lembro.

Você já viu algum outro que eu não disse aqui? Comente abaixo a respeito desse mito e ajude-nos na empreitada iluminista de esclarecer as mentes dos supersticiosos reles mortais.

Até mais!

RicardoLG

Dicas simples para otimização de mecanismo de busca (SEO)

Publicação revisada em 22/05/2016. Comentários em vermelho.

Há muito, muito tempo atrás em um terra muito, muito distante, a otimização de mecanismo de busca era simples e gratuita. Naquele tempo tudo o que você precisava fazer para o seu site aparecer bem nos sites de busca era repetir uma palavra-chave como um mantra em vários sites e pronto! Seu site apareceria em todos os sites de busca.

No final dos anos 90, quando comecei a fazer uns sites usando tabelas e gifs animados (um deles ainda está no ar clique para ver! kkkkk), a internet tinha uma rainha: Pamela Anderson. Ela foi a mulher mais “baixada” na internet durante alguns anos. Alguns marqueteiros especializados em mecanismos de busca viram uma ótima oportunidade em ganhar dinheiro fácil e começaram a colocar em diversos sites, que nada tinham a ver com a estrela siliconada de “Baywatch”, variações do nome de Pamela Anderson. O resultado? SPAMela Anderson. O Yahoo e outros mecanismos de buscas da idade da pedra lascada começaram a mostrar resultados de busca para “Pamela Anderson” que eram totalmente irrelevantes. Isso aconteceu há muito, muito tempo atrás, antes do Google revolucionar a internet com seu algorítimo baseado em relevância.

Hoje em dia, apesar da maravilha Google ter facilitado tudo para os internautas, está cada vez mais difícil se posicionar bem em uma busca para os termos relevantes para o seu site se você não souber exatamente o que fazer. Otimização de Mecanismo de Busca (SEO) se tornou uma indústria multi-milionária e os valores que as empresas de SEO cobram pelos seus serviços podem passar facilmente das dezenas de milhares.

Por incrível que pareça em 2016 está mais fácil conseguir bons resultados do que em 2012. Hoje, investe-se muito em marketing de conteúdo esperando o SEO acontecer “naturalmente”. Com isso, ficou mais fácil superar os concorrentes, especialmente em mercados menores.

Então, você é o dono ou gerente de uma pequena empresa que acabou de gastar uma grana para fazer um site super legal para os seus clientes. Ou então é o fundador daquela startup com um MVP prontinho para ser testado? Apesar disso, ninguém consegue achá-lo e agora não tem dinheiro pra nada, quanto mais para uma campanha de SEO que custa alguns milhares de reais. E agora o que fazer? Relaxe. O segredo é começar pequeno e ir crescendo aos poucos, aprendendo a andar antes de correr.

Filosofia ineressante, mas e a prática? Bom, vou te mostrar algumas dicas de como você pode começar a fazer otimização de mecanismo de busca no seu site, sem uma sangria financeira.

Comece onde você está

Se você tem uma lanchonete que atende ao público do seu bairro, pra que competir no Google com o McDonnald’s ou o Bob’s? O Google, e consequentemente todos os outros mecanismos de busca, perceberam que para o cliente local é mais relevante a lanchonete da esquina que as grandes redes e está investindo muito em resultados de busca local.

Em 2012 o Google estava começando a investir em buscas locais e resultados para dispositivos móveis. Agora em 2016, isso já é uma realidade em quase todos os nichos.

Comece estabelecendo e otimizando sua página local no Google (Google Meu Negócio) e utilizando termos de pesquisa locais. Apesar de ter um volume de busca muito menor os resultados serão mais específicos e sua competição menos acirrada.

Voltando ao exemplo da lanchonete, digamos que a sua seja no bairro de Copacabana no Rio de Janeiro. Ao invés de colocar em seus links “lanchonete” ou “hambúrguer” coloque “lanchonete no Rio de Janeiro” ou “lanchonete em copacabana” ou ainda “lanchonete em copacabana, Rio de Janeiro”. Se você está em uma pequena cidade a primeira opção é a melhor, mas se está em uma grande capital, como Rio de Janeiro ou São Paulo, a segunda ou terceira opções irão eliminar mais competidores irrelevantes e aumentar o retorno das buscas.

Faça o teste agora! Abra uma nova aba no Google e procure pelo seu produto ou serviço. Agora faça a mesma busca colocando o nome da sua cidade ou bairro no final. Viu como o tamanho das empresas que aparecem e a concorrência diminui? (se não diminuiu muito é porque você está em um nicho competitivo. O ideal neste caso é buscar palavras-chave alternativas)

Links fáceis e de qualidade

A maioria das cidades e estados têm sites e diretórios locais, administrados pela prefeitura ou pelo governo do estado, onde você pode colocar seu link. Normalmente essas listagens são gratuitas e tudo o que você precisa fazer é preencher um formulário e provar que você existe. Assim, você terá links de sites .gov que são, em média, 5 vezes mais potentes no Google que os outros sites.

Da mesma forma você pode se tornar membro de uma associação local. Alguns exemplos são as Associações de Comércio, as CDLs e as Conventions & Visitors Bureaus. Essas organizações normalmente têm sites muito poderosos, em especial se a terminação dos seus sites for .org.

Além disso, ser ativo e útil a comunidade local pode lhe gerar grandes resultados. Se você ajuda ou patrocina alguma escola ou associação educacional e pode ser listado em sua página, isso lhe renderia um bom link .edu, que é muito valioso. Mesmo se esse tipo de apoio não está disponível em sua região, tente participar dos fóruns e blogs ajudando-os em assuntos relevantes ao seu negócio. Dessa forma você pode colocar um bom link para o seu site em um comentário do blog ou resposta do fórum.

Diretórios também são ótimas fontes de links. O do Yahoo, um dos mais antigos e valiosos da internet, é pago e um pouco caro (apesar de valer cada centavo), mas tem algumas promoções para negócios locais que podem até sair de graça. De qualquer forma, busque diretórios gratuitos, pois lhe garantirão ótimos links que podem não gerar muito resultado em termos de palavra-chave, mas passam boa qualidade de PageRank.

Outra estratégia para conseguir bons links é com a publicação de artigos em diretórios de artigos. Essa já foi a principal forma de se conseguir bons links há alguns anos, mas algumas pessoas exageraram na dose e os links desses diretórios não são mais tão bons assim. De qualquer forma, é de grão em grão que a galinha enche o papo, e se você escrever bons artigos sobre o seu mercado, que realmente ajudem os leitores, você vai conseguir muito mais do que links com seus artigos.

Nem pense em conseguir links arificiais ou de spam. Links artificiais são aqueles que você paga para um site clocar um link para o seu. Spam de link é comentar ou publicar algo em um fórum ou blog que não tem nada a ver com o assunto só pra colocar um link pro seu site. Desde as atualizações do Panda e do Pinguim, que ainda estavam no inicio quando publiquei esse artgo, o Google não só está desqualificando esses links como rebaixando os sites que usam esse tipo de estratégia.

Ferramentas para webmasters

Não se esqueça nunca, repito, NUNCA, de instalar as ferramentas do google para webmasters (webmasters.google.com). Agora chama-se Search Console. Esse presente do Google para os webmasters vai ajudá-lo a ver o seu site exatamente como o google vê.

Leia sempre a área de diagnóstico que lhe dirá quais as páginas que estão fora do ar, quais estão com conteúdo duplicado e se o seu sitemap está funcionando corretamente. Isso vai lhe ajudar a resolver problemas internos que podem estar ativando os filtros do Google e diminuindo a pontuação de qualidade do seu site. Uma vez identificados os problemas, o administrador do seu site saberá como resolvê-los – se ele não souber, demita-o e nos contrate ;).

Ofereça conteúdo especializado

Antes de começar o seu negócio você se tornou um expert no seu nicho de mercado, certo? Então vai ser moleza para você ou alguém da sua equipe escrever alguns artigos para o seu site. Você pode começar com um FAQ simples e depois pode aumentar o nível de sofisticação e profundidade das suas publicações.

Vai ser ainda melhor se você criar um blog, no seu site mesmo, e colocar ali as promoções, pensamentos e até opiniões sobre o desenvolvimento atual da sua área de atuação. Isso vai lhe dar credibilidade e proximidade junto ao seu público-alvo.

Sem mencionar que se o seu conteúdo for bom, outros sites irão criar links para o seu, mas isso já é óbvio demais…

Dois dedos de prosa

Eu estava lá quando o Flash foi criado. Não, não estava na Macromedia (infelizmente), empresa criadora do Flash, mas eu o uso desde a primeira versão. Sair daqueles sites cheios de tabelas e gifs animados e passar a utilizar algo gráfico, limpo, com animações infinitas era uma verdadeiro sonho. O sonho foi desfeito quando me deparei com a lentidão desses sites e a complicação em atualizá-los. A dificuldade em indexá-los corretamente matou de vez o sonho, que foi trocado rapidamente pelo sonho do CSS, que faz quase tudo que o Flash faz por um site, com a vantagem de ser leve e indexável.

Você pode ter o site mais lindo da internet, com diversos prêmios de design, mas de nada adianta se ninguém pode achá-lo. Se você está planejando encher o seu site de animações em Flash, imagens e vídeos, lembre-se que o Google não pode “ler” nada disso. Pelo menos não tão bem quanto ele “lê” texto. Afinal o verbo aqui é “ler” e não “ver”.

Ok, (quase) ninguém usa mais Flash para sites, mas existem novas formas de criar um site sem mostrar o seu conteúdo em html, como Angular por exemplo. É importante nestes casos entregar para os robôs dos mecanismos de busca uma versão em html puro do seu conteúdo.

Texto é a base de todas as buscas atualmente (mesmo as buscas em voz tão comuns hoje em dia são convertidas para texto). As pessoas digitam um texto, não imagens nos mecanismos de busca. Até a recém-inaugurada (rs) busca por imagens do google utiliza a descrição e o texto ao redor da imagem para achar imagens relevantes àquela. Não importa quão bem você descreva as suas imagens ou coloque tags “alt” nelas, se o Google não encontrar texto relevante no seu site você não vai estar bem no ranking.

O princípio é simples: equilibrar bem a qualidade do conteúdo e do design. Falando bonito a forma não pode sobrepujar o conteúdo e o inverso também é verdadeiro. Falando de forma prática, mantenha perto das suas imagens e vídeos, textos que tenham relação com o conteúdo visual. Use apropriadamente os negritos, cabeçalhos, links e legendas. Dê ênfase às palavras-chave e certifique-se de que a contagem de palavras é apropriada. Revisando e atualizando: a experiência do usuário manda, ponto.

Leve uma vida leve

A velocidade de abertura de um site é um fator significante na pontuação para o Google. Os sites que abrem rápido proporcionam uma melhor experiência para o usuário, dando-lhes uma vantagem na competição com outros. E a experiência do usuário é tudo o que importa pro Google (dizem as más línguas que o lucro dos acionistas conta mais… mas isso é outra história).

Isso não tem muito a ver com o “ping” do site, mas com quanto tempo leva para ele ser completamente baixado pelo browser. Logo, não é necessário comprar um servidor dedicado e colocar sua conexão em supercondutores. É só seguir alguns passos simples:

– As imagens têm que estar em formatos e tamanhos apropriados. A não ser em casos muito específicos que exijam alta-definição, JPG e PNG com 72 dpi de definição são suficientes para qualquer site.

– Flash deve ser utilizado com parcimônia (falei bonito, né?). Não, eu não odeio o Flash, mas acho que ele é muito mal utilizado, ainda mais agora que temos CSS e HTML5. Estude essas alternativas que, além de mais baratas, têm uma usabilidade melhor. (dica velha… eu sei)

– Os vídeos podem e devem ser hospedados em outros sites (exceto quando você precisar de uma qualidade muito superior e tiver um servidor formidável). Hoje os serviços de vídeo hospedagem oferecem tudo o que você precisa para não precisar hospedar seus próprios vídeos.

– Peça aos desenvolvedores do seu site para manter o html limpo, com o mínimo possível de comentários e funções desnecessárias.

Duas novidades para 2016

– Utilize um certificado SSL. O Google utiliza a criptografia do site como um fator para classificá-lo e vem indicando que esse fator vai ganhar força ao longo do tempo. E para ter um certificado gratuito: letsencrypt.org.

– Tenha um site responsivo ou otimizado para dispositivos móveis. O objetivo do Google é não mostrar mais sites não otimizados nos resultados de pesquisa móvel, feitas em smartphones e tablets. Por isso ele está diminuindo a posição desses sites e aumentando a posição dos que são otimizados. 

Se você seguir as dicas acima certamente já estará um passo a frente da maioria dos seus competidores, sem precisar fazer um empréstimo de longo prazo nem hipotecar a sua casa ou vender o seu carro.

Qual é a sua principal preocupação em relação a divulgação da sua empresa e do seu site? Comente abaixo que iremos ajudá-lo!

Até Mais

RicardoLG

Como os robôs dos mecanismos de busca funcionam?

GooglebotOlá pessoal! Para começar bem 2012, esta é a primeira publicação do blog da BRGWeb. E nessa primeira publicação eu quero explicar um pouco sobre os robôs dos mecanismos de busca, como eles funcionam e porque eles são tão importantes para o marketing digital.

A primeira vez que ouvi falar dos “robôs de busca” foi quando conheci o Google lá pro final de 1998. Já existiam bons motores de busca na época, como o Yahoo e o Altavista, mas muitas vezes a gente buscava por uma coisa e encontrava outra. Nesse novo site a maioria dos resultados era relevante, ou seja, tinham realmente a ver com o que estávamos buscando. Ao conversar com um amigo que conseguia ser mais nerd do que eu, ele me contou que os caras do Google tinham criado robôs que ficavam buscando os sites na internet e conferindo a relevância através de um algoritmo chamado PageRank. Imediatamente imaginei um galpão industrial com milhares de robôs androids sentados em frente os seus desktops digitando os termos de busca… santa ignorância…

Definição

Os robôs de busca são uma espécie de programa de computador que navegam pela internet lendo os sites e salvando cópias deles. Também são chamados de spiders, crawlers ou bots. O primeiro nome “spiders” tem a ver com a natureza da internet, em ser uma teia ou “web”. Logo os robôs que “andam” por essa teia seriam as aranhas ou spiders. O segundo, “crawler” já virou sinônimo de rastreador, mas sua origem vem do verbo “crawl”, comportamento desses programas, que é algo como rastejar, se embrenhar em frestas. O terceiro é apenas uma abreviação de “robots”.

Essa terceira denominação é a origem dos nomes específicos de cada programa, como os Googlebots que são os robôs do Google. Cada mecanismo de busca tem um algorítimo específico que é rodado pelo seu bot, especificando como a informação vai ser classificada e indexada enquanto eles rastreiam as páginas.

Como eles funcionam

O processo de rastreamento ou “crawling” ocorre em três etapas. Uma vez que chega à página inicial de um site o bot lê todo o código dessa página e envia uma cópia dessa informação para o banco de dados do seu servidor. Depois disso, ele busca nesse código os links para outras páginas e cria uma cópia de si mesmo para visitar essas páginas. Esses dois primeiros passos são repetidos continuamente até chegar a um beco sem saída, ou seja, uma página que não tenha mais links ou que só tenha links para páginas já indexadas. A terceira e última etapa é conferir se todas as páginas foram lidas, indexadas e corretamente salvas no servidor de origem, dando fim ao bot.

O que é feito com as informações colhidas pelos bots

Uma visão errada que as pessoas têm sobre os mecanismos de busca é que eles de fato “buscam” a informação na internet no momento que você coloca o termo de pesquisa na caixa correspondente e aperta “ENTER”. Vamos relembrar o segundo passo, que foi o envio de uma cópia da página pro servidor do bot? É nesse banco de dados que o motor de busca de fato “busca” a informação requerida pelo usuário. É por isso que os bots rastreiam os sites em um determinado intervalo de tempo e não por ordem ou pedido do usuário ou administrador do site.

Primeira versão do Google

Quando é enviado um termo de pesquisa ou palavra-chave pelo formulário de busca, aquela caixinha branca onde colocamos o texto e clicamos em “buscar”, o motor de busca tenta achá-la em seu banco de dados. Ao encontrar a palavra-chave o mecanismo de busca cria uma lista e classifica os sites daquela lista. Cada mecanismo de busca tem sua própria forma de avaliar as páginas, mas o que é comum a todos eles é a posição da palavra-chave e o assunto tratado na página.

Os resultados então são mostrados em ordem decrescente de classificação, com o mais bem classificado em primeiro. Por isso é importante otimizar o seu site para ser lido pelos bots porque se isso não acontecer você nunca aparecerá bem nos mecanismos de busca.

Como a otimização de um site envolve muitas etapas, em uma outra publicação entrarei em maiores detalhes sobre como você pode fazer o seu site ser lido facilmente pelos bots.

Se você tiver qualquer dúvida deixe um comentário que ficarei feliz em responder. Abraços!